Mais Mulheres no Poder – Cargo de Chefia.

Por Rosângela Arregolão
Conforme combinado, vamos falar sobre Mais Mulheres no Poder. Na edição anterior, apresentamos dados científico coletados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de 09/08/2010, que mostra o total de eleitorado no Brasil que é de 135.804.433; sendo: 65.282.009 homens e 70.373.971 Mulheres; os dados mostram que temos números maiores de mulheres do que de homens; em percentual fica assim: 51,82% são mulheres e 48,07% são homens. Mesmo assim o percentual de candidatos e candidatas é discrepante. Confiram! O total de candidatos(as) no Brasil é de 13.583; o total de homens é 10.951, o de mulheres é 2.632. Então, 80,62% são homens e 19,38% são mulheres.
As mulheres são mais da metade da população e do eleitorado, têm maior nível de escolaridade e são quase a metade da população economicamente ativa do país.
O Jornal Correio JVP indaga: Porquê as mulheres mesmo sendo números maiores 51,82% no Brasil, não apoiam as mulheres em eleições?

Mais Mulheres no Poder

Nas edições anteriores do Correio JVP espaço Opinião, falamos das Trajetórias da Mulher e sua Participação na Sociedade Brasileira, falamos da Importância do Voto Feminino,  da Participação da Mulher na Política do Brasil e em Várzea Paulista, falamos da Mulher Trabalhadora e sua Participação no Movimento Operário, falamos da Mulher Contra o Custo de Vida, e da  Participação da Mulher na Imprensa Brasileira. Hoje, aproveitando a ocasião eleitoral vamos falar sobre “Mais Mulheres no Poder”. O assunto é extenso e inesgotável, então faremos uma discussão sucinta e por capítulos; primeiro será essa edição de apresentação, abaixo alguns dados para efetivar a matéria, depois falamos das mulheres no poder nas empresas, no

Como Formar um Grande Time.

Por Rosangela Arregolão
Primeiro você precisa escolher os melhores e os certos.
Assim,  os certos fará o time ganhar, e não ficará de fora vendo o time perder só com os melhores.



Porque apoiar homens nas eleições de 2010

Por Rosangela Arregolão
Apoiar um homem para governador, deputado estadual ou federal, não significa fugir dos compromissos, das políticas para as mulheres, e sim, nos fortalecer. Pois os homens criaram as primeiras leis pensando só neles, hoje, sensíveis e flexíveis, se preocupam com diversas políticas públicas, e em especial as políticas para as mulheres.
Essa mudança extraordinária na esfera masculina devemos ao Presidente Lula, que convocou em 2004 a primeira conferência de políticas para as mulheres para tratar diversos assuntos com o olhar feminino.
Em hipótese alguma pensamos descartar a presença masculina de nossas discusões, e sim,  buscamos sempre partilhar os espaços. Esse marco histórico, certifica o pacto homem/mulher para fortalecer nossa construção e criarmos uma nova política que nos leva a igualdade.